quinta-feira, 29 de abril de 2010

H.E.A.T manda avisar: O Hard Rock não está morto!

Banda sueca que está conquistando a Europa renova o sonho Hard Rocker.

H.E.A.T surgiu com a junção de duas outras bandas de Estocolmo – Suécia, a Dream e Trading Fate. País que tem como berço várias bandas de Hard Rock e Sleaze, esses últimos mais frequentes no século XXI, “nasce” mais uma banda, essa com uma roupagem já conhecida em toda Suécia, pois é a terra da mundialmente conhecida banda, Europe. Com um som bem oitentista, baseado no melhor do Hard Rock e AOR, H.E.A.T lançou em 2008 o álbum auto-intitulado, e em maio de 2010, lança aqui no ocidente, o Fredoom Rock, que já foi muito bem aceito pela mídia japonesa, país onde já tinha sido lançado à algumas semanas.

Com músicas que vão recordar bandas como: Europe, o rei do AOR, Mark Free, os suecos do H.E.A.T tem tudo pra conquistar ainda mais fãs pela Europa, e não vai demorar pra ter o devido reconhecimento aqui, em terras tupiniquins. Sem contar que já são reconhecidos por músicos famosos como André Matos – que chamou o então vocalista Kenny Lackremo para cantar um cover da banda Journey, a música Separate Ways, em um show pela Europa, além de Tobias Sammet ( vocalista das bandas Edguy e Avantasia ), que divide os vocais no novo álbum dos suecos em Black Night.

Contrariando a “tendencia” Sleaze, eles resgatam o sonho de todo Hard Rocker, e é recomendado pra todos que curtem o estilo.
Espero que curtam, e não deixem de postar os comentários dizendo que acharam dos álbuns. Repito, pra quem curte um bom e velho Hard Rock e AOR, vale a pena conferir. Até a próxima. Rock On \,,/

Autor: Biel Rose

“A Psicogênese Anárquica da Obscuridade da nova geração do metal”

É inefável, o frenesi que senti ao ouvir pela primeira vez o disco independente “Mate. Feed. Kill. Repeat” em 1996. Foi como se eu tivesse tido uma perda repentina da consciência com suspensão aparente das funções vitais, digo, Slipknot foi o grande “divisor de aguá”. Que separou o clássico, do contemporâneo, renovando a cara do Metal pesado.


Fazendo renovar-me de forma efetiva os meus princípios, preceitos e “pré-conceitos” na investidura antagônica do que era imutável, o clássico vocal, guitarra, baixo e batera. Agora vemos bandas com vários integrantes, com miríade formas de fazer barulho; verdadeiras orquestras supra-palco.

E de forma híbrida, usando instrumentos inusitados, que o “titio Ozzy” jamais pensou em compactar no Sabbath, foi o que serviu de égide e gládios de aço para os novos cavaleiros do Apocalipse. Cavaleiros mascarados, que em sua primeira Turner jogavam vísceras de porco no publico, Cavaleiros estes, que em sua vasta insanidade se machucavam mais do que muito lutador de ultimate fight. Mudando até mesmo o conceito da famosa “roda punk”, transformando-a no “Halo da morte” ou simplesmente “MOSH”.

E hoje proferindo em voz alta, clamorossamente, bandas como Godsmack, Ill Niño, P.O.D, Mudvayne Et cetera. vigorosamente e inovadores, violentos de forma única, profundo como o Black Sabbath dos melhores tempos de Ozzy, desembarcaram no amadurecimento, mostranto que tais bandas tiveram a inteligência de aproveitar tudo de bom que fez no passado.

É evidente que isso que chamamos de “New Metal” não é tão novo assim, esse clã de “jovens insanos” não é tão novo , como é descrito no rotulo. Seria então o caso de parar de dizer “New Metal”, para dizer “Old Metal”?

Autor: Joker
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