Creedence Clearwater Revival, Janis Joplin, The Who e Jimi Hendrix foram alguns dos nomes que consagraram o Woodstock Music & Art Fair, conhecido informalmente como apenas Woodstock. Evento que ficou mundialmente conhecido pela filosofia não só dos músicos, mas também pela filosofia contracultura dos anos 60, pelos lendarios “hippies”.
Não tive o privilegio de testemunhar Hendrix em 1969, na primeira edição do Woodstock.
E nunca mais teria essa chance, pois o tempo não parou, não congelou para esperar que esse evento épico chegasse ao Brasil. (Mas, chegou a nossa vez de ficar 3 dias de “Droga, Sexo e Rock’n Roll”). Pois Michael Lang, um dos responsáveis pelo evento, Já deu carta branca para a realização do festival em solo tupiniquim, no mês de Outubro.
É isso ae, Agora o Woodstock não é mais um jovem rebelde, e sim, um Sr. de 40 anos.
Mas, poderemos analisar de perto se esse “Senhor” continua com a sua insanidade a flor da pele, ou se virou um adulto cheio de frescuras adorador de EMO.
As bandas que tocarão no festival ainda não foram confirmadas, mas tudo indica a presença do LIMP BIZKIT, do Rage Against The Machine e do Linkin' Park.
Até agora, nada é concreto.
Mas, se levarmos em consideração os nomes envolvidos nessa nova edição do evento, teremos muito “NEW METAL” em cima dos palcos no decorrer dos 3 dias. Pois, se analisarmos de forma minuciosa, o empresário Eduardo Fischer foi o responsável pelo festival Maquinaria, E o Sr. Perry Farrel (do Jane's Addiction e organizador do gigante Lollapalooza).
Portanto, só nos resta aguardar, e orar para o DEUS DO ROCK. Para que mande muito NEW METAL.
O evento será na Fazenda Maeda, em Itu, cerca de 100 km de São Paulo, nos dias 7, 8 e 9 de outubro. O Virgula confirmou a realização do festival com os responsáveis pelo local, o grupo No Limits, que usam o local para produzir eventos seus como os festivais eletrônicos XXXperience e Tribe.
Autor: Joker
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sexta-feira, 7 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
“A Psicogênese Anárquica da Obscuridade da nova geração do metal”
É inefável, o frenesi que senti ao ouvir pela primeira vez o disco independente “Mate. Feed. Kill. Repeat” em 1996. Foi como se eu tivesse tido uma perda repentina da consciência com suspensão aparente das funções vitais, digo, Slipknot foi o grande “divisor de aguá”. Que separou o clássico, do contemporâneo, renovando a cara do Metal pesado.
Fazendo renovar-me de forma efetiva os meus princípios, preceitos e “pré-conceitos” na investidura antagônica do que era imutável, o clássico vocal, guitarra, baixo e batera. Agora vemos bandas com vários integrantes, com miríade formas de fazer barulho; verdadeiras orquestras supra-palco.
E de forma híbrida, usando instrumentos inusitados, que o “titio Ozzy” jamais pensou em compactar no Sabbath, foi o que serviu de égide e gládios de aço para os novos cavaleiros do Apocalipse. Cavaleiros mascarados, que em sua primeira Turner jogavam vísceras de porco no publico, Cavaleiros estes, que em sua vasta insanidade se machucavam mais do que muito lutador de ultimate fight. Mudando até mesmo o conceito da famosa “roda punk”, transformando-a no “Halo da morte” ou simplesmente “MOSH”.
E hoje proferindo em voz alta, clamorossamente, bandas como Godsmack, Ill Niño, P.O.D, Mudvayne Et cetera. vigorosamente e inovadores, violentos de forma única, profundo como o Black Sabbath dos melhores tempos de Ozzy, desembarcaram no amadurecimento, mostranto que tais bandas tiveram a inteligência de aproveitar tudo de bom que fez no passado.
É evidente que isso que chamamos de “New Metal” não é tão novo assim, esse clã de “jovens insanos” não é tão novo , como é descrito no rotulo. Seria então o caso de parar de dizer “New Metal”, para dizer “Old Metal”?
Autor: Joker
Fazendo renovar-me de forma efetiva os meus princípios, preceitos e “pré-conceitos” na investidura antagônica do que era imutável, o clássico vocal, guitarra, baixo e batera. Agora vemos bandas com vários integrantes, com miríade formas de fazer barulho; verdadeiras orquestras supra-palco.
E de forma híbrida, usando instrumentos inusitados, que o “titio Ozzy” jamais pensou em compactar no Sabbath, foi o que serviu de égide e gládios de aço para os novos cavaleiros do Apocalipse. Cavaleiros mascarados, que em sua primeira Turner jogavam vísceras de porco no publico, Cavaleiros estes, que em sua vasta insanidade se machucavam mais do que muito lutador de ultimate fight. Mudando até mesmo o conceito da famosa “roda punk”, transformando-a no “Halo da morte” ou simplesmente “MOSH”.
E hoje proferindo em voz alta, clamorossamente, bandas como Godsmack, Ill Niño, P.O.D, Mudvayne Et cetera. vigorosamente e inovadores, violentos de forma única, profundo como o Black Sabbath dos melhores tempos de Ozzy, desembarcaram no amadurecimento, mostranto que tais bandas tiveram a inteligência de aproveitar tudo de bom que fez no passado.
É evidente que isso que chamamos de “New Metal” não é tão novo assim, esse clã de “jovens insanos” não é tão novo , como é descrito no rotulo. Seria então o caso de parar de dizer “New Metal”, para dizer “Old Metal”?
Autor: Joker
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