terça-feira, 11 de maio de 2010

Bret Michaels já dá sinais de melhora

Líder da banda de Hard Rock, Poison, caminha e já consegue falar!!


Na sexta-feira, dia 23 de abril, o cantor foi internado em um hospital nos Estados Unidos, após sofrer uma hemorragia cerebral. O cantor permanece na UTI, mas seu estado apesar de grave, está estável.
Irmã do vocalista, Michelle Sychak afirma : “Ele está definitivamente melhor, até levantou e andou um pouco”, em entrevista concedida à uma rádio norte-americana - Todd n' Tyler Radio Empire. Bret Michaels passa um por um tratamento intensivo, mas os médicos estão muito confiantes na melhora do vocalista.

Apesar da aparente melhora, a irmã de Bret, diz que o cantor ainda sente muitas dores por causa do tratamento: “O que aconteceu é que todo aquele sangue do cérebro dele está começando a drenar e ele está começando a sentir muita dor nas costas”, contou Michelle, e completa: “ Eu consigo identificar em sua voz. Sei que ele está sofrendo... Eu disse 'Bret, considerando o que você passou, as coisas poderiam estar muito piores'”
Bret Michaels é vocalista e líder da banda de Hard Rock norte-americana Poison, que obteve um significante sucesso na década de 80. Com o seu visual extravagante e andrógeno, conquistou fãs por todo o mundo, principalmente o feminino. Sendo um dos representantes do chamado “Glam-Metal”, Bret e seus companheiros de banda levavam aos palcos, alegria, descontração, múscias chicletes, românticas e divertidas; destaque para canções como: Look What The Cat Dragged In, Talk Dirty To Me, Every Rose Has Its Thorn e Fallen Angel.


Com a recente internação, a turnê solo Roses & Thorns foi reagendada. E atualmente o vocalista participa de um reality show chamado Celebrity Apprentice ( equivalente ao Aprendiz, só que este contando apenas com artistas ).

                                           fonte: Revista Rolling Stones

Poison - Fallen Angel:

Autor: Biel Rose

A nova geração do J-Rock


Como foi abordado na matéria anterio o cenário do Rock japonês esta em constante evolução, e com isso novas bandas surgem a cada instante com variados estilos musicais e visuais.

O J-Rock vem sofrendo sua maior mudança desde 1997 quando começaram a surgir grande parte das novas bandas intituladas “Visual Kei” essas bandas são: Merry, Mucc, Dir em Grey, L’arc~em~ciel,, Onmyoza, Phantasmagoria, Pierrot e muitas outras.

Cada banda que surgia no cenário musical japonês mostrava ter um estilo totalmente diferente uma da outra e com isso mostravam que rock não é apenas um emaranhado de solos de guitarra e batidas de bateria, a Merry utiliza de vários efeitos sonoros para criar as melodias de suas musicas tais como banjo, cravo e órgão, o Merry é denominado como “Eroguro Kei” pois em seus visuais mesclam artifícios que levam desde do erótico ao grotesco.

Enquanto o Merry segue seu lado erótico e grotesco a Onmyoza mostra apenas o seu Heavy Metal com pitadas de musica tradicional japonesa que faz com que o ouvinte se sinta no Japão feudal.
Alem da mistura do Heavy Metal com musica tradicional eles ultilizam um vocal feminino lírico que faz com que essa atmosfera seja ainda mais presente em suas musicas. O lindo vocal de Kuroneko “vocal” e Matatabi “guitarra” fazem com que a musica seja ainda mais esplendorosa.


A L’arc~em~ciel é totalmente diferente das anteriores pois é mais voltada para o Pop mas mesmo assim merece seu lugar nesse post.
O l’arc como é chamada pelos seus fãs não mostra nada de diferente e que atraia um ouvinte, mas suas musicas são em grande parte agitadas e “Grudentas” grudentas por que é aquele tipo de som que entra na cabeça e para sair é difícil.
O L’arc começou a estourar nas paradas japonesas depois que sua musica Ready Steady Go foi colocada como abertura do anime Fullmetal Alchemist, e conseguirão chegar ao topo da Oricom.

Depois de 2000 começaram a surgir as novas bandas que com a ajuda da popularização e crescimento dos animes iriam ganhar mais destaque entre o publico.
Bandas como Naitomea, The Gazzete, UverWorld, PornGrafit, Wizard’s Wimn, D’espairsRay...

Em 2006 o Rock japonês iria ver algo totalmente novo. Nasce a banda Wizard’s Hymn Banda japonesa de Power Metal.
Power Metal? Japonês fazendo Power Metal?
Sim. Você leu corretamente, Power Metal mesmo!
A Wizard’s Hymn mostra que tem talento e mostra também que os japoneses continuam a inovar como foi feito pelo X Japan e pelo Loudness a banda mostra que tem a pegada e no cenário Power mostram que não deixam nada a desejar em comparação com grandes bandas como Rhapsody, Kamelot e Gamma Ray.
A banda tem apenas 3 álbuns mas já mostrou todo seu talento.

Os japoneses nos surpreendem a cada dia com sua musicalidade e todo talento que eles tem.
È a matéria tinha tudo para eu falar do Dir em Grey novamente, mas não falei porque se deixar todo dia falo da DeG rsrs.

Merry- M.E.R.R.Y
http://www.4shared.com/file/n2qMwxS0/Merry_-_MERRY_Runo_Mazohyst_.html

Hitomi no Jyuunin – L’arc~en~ciel
http://www.4shared.com/file/lhz3RaWj/Hitomi_no_JyuuninRuno_Mazohyst.html

Kokui no Tennyo – Onmyoza
http://www.4shared.com/file/F0ZeLGti/Kokui_no_TennyoRuno_mazohyst.html


É isso aeee galere e até a próxima matéria.
Banzaiii!

Autor: Runo

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Woodstock: "3 Dias de Paz, Música & New metal na veia"

Creedence Clearwater Revival, Janis Joplin, The Who e Jimi Hendrix foram alguns dos nomes que consagraram o Woodstock Music & Art Fair, conhecido informalmente como apenas Woodstock. Evento que ficou mundialmente conhecido pela filosofia não só dos músicos, mas também pela filosofia contracultura dos anos 60, pelos lendarios “hippies”.

Não tive o privilegio de testemunhar Hendrix em 1969, na primeira edição do Woodstock.

E nunca mais teria essa chance, pois o tempo não parou, não congelou para esperar que esse evento épico chegasse ao Brasil. (Mas, chegou a nossa vez de ficar 3 dias de “Droga, Sexo e Rock’n Roll”). Pois Michael Lang, um dos responsáveis pelo evento, Já deu carta branca para a realização do festival em solo tupiniquim, no mês de Outubro.

É isso ae, Agora o Woodstock não é mais um jovem rebelde, e sim, um Sr. de 40 anos.

Mas, poderemos analisar de perto se esse “Senhor” continua com a sua insanidade a flor da pele, ou se virou um adulto cheio de frescuras adorador de EMO.

As bandas que tocarão no festival ainda não foram confirmadas, mas tudo indica a presença do LIMP BIZKIT, do Rage Against The Machine e do Linkin' Park.

Até agora, nada é concreto.

Mas, se levarmos em consideração os nomes envolvidos nessa nova edição do evento, teremos muito “NEW METAL” em cima dos palcos no decorrer dos 3 dias. Pois, se analisarmos de forma minuciosa, o empresário Eduardo Fischer foi o responsável pelo festival Maquinaria, E o Sr. Perry Farrel (do Jane's Addiction e organizador do gigante Lollapalooza).

Portanto, só nos resta aguardar, e orar para o DEUS DO ROCK. Para que mande muito NEW METAL.

O evento será na Fazenda Maeda, em Itu, cerca de 100 km de São Paulo, nos dias 7, 8 e 9 de outubro. O Virgula confirmou a realização do festival com os responsáveis pelo local, o grupo No Limits, que usam o local para produzir eventos seus como os festivais eletrônicos XXXperience e Tribe.

Autor: Joker

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Resenha Puritanical Euphoric Misanthropia_Dimmu Borgir

Saudações a todos, neste post falarei um pouco sobre um álbum que considero um dos melhores de Metal Extremo, “Puritanical Euphoric Misanthropia”, do grande Dimmu Borgir. Que começou a ter reconhecimento mundial após o lançamento de “Enthrone Darkness Thriumphant” de 1997, na estreia dos Noruegueses com a gravadora Nuclear Blast e com letras em inglês, já que seu antecessor, Stormblast de 1996(Gravadora Cacophonous Records) eram letras em Norueguês. Mais tarde em 1999, houve o lançamento de “Spiritual Black Dimensions”, um álbum que me marcou muito, e que até hoje ainda acho um álbum bem sombrio.

Bem, e então Puritanical foi lançado em 2001, pela gravadora Nuclear Blast, e pouco depois o dvd duplo “World Misanthropy”(2002). Pra mim, este ainda continua sendo o álbum mais técnico e pesado do Dimmu. E o que dizer do som, perfeita qualidade, dá pra pra ouvir tudo perfeitamente, desde as guitarras de Silenoz e Galder, até a bateria destruidora de Nicholas Barker-ex Dimmu e atual Benediction(Que aliás, ainda acho que foi o melhor baterista que já passou pelo Dimmu, sem desmerecer o Hellhammer, ou o Tjodalv).

Este magnifico álbum começa pela faixa “Fear and Wonder.” Ainda lembro quando escutei essa música de primeira, arrepiei todo, e ainda arrepio.

Bela música, orquestrada, e com um clima muito sombrio. Seguida da “chinelada na oreia” depois da intro, temos “Blessings upon the throne of tyranny”, e ai já dá pra notar de cara a diferença das guitarras pros álbuns anteriores. Seguida da clássica “Kings Of The Carnival Creation”, Shagrath detonando, Mustis com seus teclados inspirados como sempre, Vortex destruindo no baixo, e com seus vocais marcantes, únicos. Pra mim a melhor música do álbum. "Hybrid Stigmata - The Apostasy" muito boa também, gosto dos teclados de Mustis nessa. “Architectecture of a Genocidal Nature” também é ótima.

“Puritania” eu nunca curti muito, sempre tive uma certa aversão aos vocais robotizados de Shagrath. “Indoctrination” arrebenta nas guitarras, e na batera, destaque para o final da música. “The Maelstrom Mephisto” e “Absolute sole right”, 2 das melhores do álbum; The Maelstrom Mephisto conta com belas linhas vocais de Vortex (que arrebenta não só como baixista) e ganhou uma versão ao vivo no dvd World Misanthropy, merecidamente. “Symposium” uma das minhas favoritas, por ser uma música extrema que conseguiu soar muito bem com momentos melódicos e orquestrados; destaque para as guitarras, teclado, Shagrath e Vortex com belas linhas vocais.

E para finalizar esta obra prima do Metal Extremo, temos “Perfection or Vanity” música orquestrada muito legal, e um bonus track, cover que eu sinceramente achei inusitado, “Burn in Hell” do Twisted Sister.

Bem, não me resta outra nota a não ser o 10 pra este álbum; e até o próximo post!!!! \m/


Para quem não conhece a banda, segue um video da música Progenies Of The Great Apocalypse do album Death Cult Armageddon:

Autor: Blackmoon

domingo, 2 de maio de 2010

Gothic Metal

“Gothic metal (também conhecido como goth metal ou metal gótico) é um gênero do heavy metal que evoluiu do doom metal, e caracteriza-se por seu clima melancólico e um enfoque sombrio em temas como religião, sexualidade e morte. A maioria das bandas do gênero utilizam elementos da música erudita como coros e orquestras (produzidos, na maioria das vezes, porsintetizadores) e vocais líricos. O gothic metal está totalmente relacionado aos mais variados gêneros que existem dentro do cenário heavy metal. Mesmo possuindo uma certa influência do rock gótico dos anos 1970 e 80, o gothic metal não é de forma alguma um tipo de música gótica, pelo fato da subcultura gótica nunca ter tido nenhuma relação com o metal. Por essas e outras razões, discursos como "não existe gothic metal" já estão se tornando comuns nos dias de hoje. O gothic metal de fato existe, levando-nos a refletir se a origem do problema é realmente uma taxonomia musical. O termo foi cunhado por Nick Holmes, vocalista do Paradise Lost e o álbum Icon lançado em 1993 pela banda, já apresentava essa sonoridade.”

Os primórdios do gothic metal já podem ser vistos em três bandas dos anos 1980.

Christian Death

Sanhain

Celtic Frost

Fonte: Wikipedia

Gothic Metal, e também Doom Metal, por estarem ligados; são estilos e uma cultura, que ainda sofrem preconceito. Muitos ainda tem preconceitos, pensamentos errados sobre o estilo. Muitos acabam se encontrando no estilo, por se vestir de uma forma que realmente faça a pessoa se sentir bem com ela mesma, trazendo o lado obscuro, reprimido, ou mesmo um desabafo; ou uma forma de expressar seus sentimentos mais sombrios, de viajar nas letras dark, ou que falam de amor, tristeza, desabafos, de sentimentos diversos; de uma forma que as vezes há uma identificação muito grande com uma letra, é como se sua vida, ou uma fase, estivesse sendo descrita naquela letra;. Se expressa não só por música ou modo de vestir, mas também com imagens/montagens góticas, que não deixa de ser arte.

Várias bandas vem automaticamente à cabeça quando ouvimos Gothic Metal(Mesmo que há controvérsias, e alguns afirmam que algumas dessas bandas não são Gothic, por dizer que são muito famosinhas e perderam a essência), tais como Nightwish (Obs: O próprio Tuomas já disse que o Nightwish se encaixa como gótico nas letras, mas não na música; já afirmou também que o Nightwish é Heavy Metal Melódico com uma voz feminina; que seja, e eu não sou fã de rótulos, mas uma parte das pessoas ainda rotula como Gothic, enfim), Elis, The sins of Thy Beloved, Sirenia, Epica, Tristania, Within Temptation, Theatre of Tragedy, Lacuna Coil, After Forever; Xandria, Draconian;

E nomes como Tarja Turunen, Sharon Den Adel, Floor Jansen, Simone Simons, Vibeke Stene, Cristina Scabbia. Cada uma dessas bandas tem uma sonoridade mas todas marcaram muitas pessoas pelo mundo, seja pelas letras, seja pela música.

É impossivel falar de Gothic Metal, sem falar das mulheres nos vocais e o papel importante que elas tem e que merece respeito. Lamentavelmente, por principalmente alguns homens, ainda são vistas como objetos sexuais; como sex symbols, ou qualquer coisa do tipo. Mulheres já conquistaram seu lugar no metal, e merecem ser respeitadas. Como já diria Angela Gossow do Arch Enemy, as mulheres sempre serão vistas como objetos sexuais numa banda. Talvez, mas o preconceito que se tinha já diminuiu bastante.

Características Marcantes: Vocais guturais masculinos, letras profundas sobre sentimentos, teclados que criam uma atmosfera e clima das músicas, e os vocais femininos, muito bem representados por mulheres talentosas atualmente. E também violinos, violoncelos, como exemplo o dvd “We Will Take You With Us”, do Epica, em que se tem, uma fusão de orquestra, com o metal gótico, guturais de Mark Jansen e os belos vocais de Simone Simons.



É isso, e até o próximo post!!! \m/

Autor: Blackmoon

A evolução do J-Rock

O rock japonês teve a sua origem no inicio dos anos 60, mas manteve-se escondida até meados dos anos 70 quando estouram bandas como Loudness, Cali Gari e Buck-Tick .

E entre as citadas a mais famosa é a Loudness que existe até os dias de hoje mesmo estando parada pelo fato da morte de seu Baterista Munetaka Higuchi. O Loudness ficou muito conhecido por fazer um som da mais alta qualidade para o padrão da musica japonesa, com a ajuda de Akira Takasaki consagrado como um dos 100 melhores guitarristas do mundo fazem um heavy metal esmagador.


Em meados dos anos 80 Jovens japoneses se reúnem para formar uma banda, surgi o X, banda formada por Pata, Yoshiki, Toshi, taiji e Hide. A banda que trazia uma enorme mistura de sons entre eles o Speed Metal, Heavy Metal e as suas baladas. A banda gerou tão grande impacto no cenário musical com o seu visual que logo conquistou milhões de fãs em todo japão. Em 1992 a banda descobre que existe uma outra banda nos E.U.A chamada X e Yoshiki decide mudar o nome da banda de X para X Japan, A banda estava entrando em seu ápice. Com a entrada de Heart a banda lança um novo disco entitulado Art of Life, que marcaria a historia do X Japan.

Depois de 10 anos de muito sucesso uma noticia choca os fãs do X Japan. Yoshiki comunica que o Guitarrista do X Japan Hideto Matsumoto “Hide “ faleceu. Depois desse imenso impacto a banda acaba deixando vários fãs não só no japão mas em todo o mundo com seu som que cativa as pessoas até nos dias de hoje.

Outra banda de fundamental importância foi o Malice Mizer que invadia o cenário musical japonês com sua mistura de rock com musica clássica e barroca e seu visual gótico que chocou toda a sociedade japonesa. E esse visual ganha um nome estabelecido pelo guitarrista do Malice Mizer Mana-Sama, esse visual seria denominado Visual Kei.

O visual kei Ganha fama e começa a fazer a cabeça dos jovens japoneses que começam a se vestir de maneira excêntrica com cabelos coloridos, meias de cores vibrantes, e usando forte make-up e com essa influencia do Malice Mizer outras bandas intituladas Visual Kei começam a surgir.

Ainda no decorrer do sucesso do Viseual Kei novas bandas começam a surgir, como o Dir en Grey, Onmyouza, Myavi e Mucc Ambas com um estilo musical diferente da outra mas vou falar mais sobre a Dir en Grey já que é a minha favorita.

Dir em Grey formada em 1997 por Kyo, Kaoru, Die, Shinya e Toshiya Chega abalando todo o cenário VK com seu visual e sua musica marcante. A banda Mostra que veio para abalar com o cenário e mostra em suas musicas rancor, dor, sofrimento e muito ódio essa é a verdadeira intenção da Dir en Grey ” .A banda mescla o metal progressivo, Punk horror, Metal core e Nu Metal e cria uma atmosfera totalmente obscura. Hoje a banda não esta mais situada entre as VK mas a cada álbum mostram todo o seu talento e toda sua melancolia e ódio vindo da garganta de Kyo.



O cenário J-Rock a cada ano apresenta novidades e vem crescendo com a popularização dos animes e vem adquirindo cada vez mais fãs no território brasileiro de maneira que as apresentações de bandas “Japas” vem crescendo à cada ano.

É isso aee galera deixem os seus comentários e até o próximo post. BANZAI!

Autor: Runo
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...